domingo, 29 de dezembro de 2013

E esse belo e curioso gosto musical.

quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

Talvez a noite tenha se passado ao som de Pretty Reckless,
Talvez eu esteja tão só e não percebo
Mas isso nunca machucou
E não machucará

Ontem a noite
só uma pontada de agulha no lado esquerdo
quando tomava uma das doses
de lembrança da garrafa verde

Mas no fundo, estou mais do que grato
por não nos fingirmos de morto.


"missyou"


terça-feira, 24 de dezembro de 2013

O Natal não deixa de ser vazio como um copo descartável.

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Remédio das nove horas.

“Em caso de tropeço, escute uma boa música. A preferência do volume é “quase” no máximo, porque no ponto máximo te causará fúria. Deite no chão e feche os olhos. Não pense em nada, não pense em pessoas, não pense no passado, não pense no presente e jogue o futuro fora. Respire fundo, uma, duas, três, quantas vezes forem necessárias para o tremor do corpo cessar e voltar ao equilíbrio normal. Respire mais uma vez, sinta-se livre para sentir o leve tremor de sentimento podre não fazendo mais efeito. Respire uma última vez para a lágrima voltar para a origem e não esqueça que essa mesma lágrima não será permitida cair. Lembre-se que assim que dormir, tudo de morto e podre te renovará, e um novo sol nascerá de manhã, e tu olharás para ele, sentirá o calor e o vento no rosto pela janela, e lembrará que o que aconteceu agora, foi só fruto da tua recuperação em andamento quase bem sucedida.”

Frederico.

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Dia 10 de dezembro.

Hoje é um dia normal como qualquer outro. As únicas diferenças é que há 8 anos nasceu o cara mais esperto e inteligente que já conheci, bom, esperto um pouco menos, mas inteligente, ele supera todos os recordes. A outra diferença é que há 22 anos atrás nasceu uma guria, toda com cara de bolacha e tímida, toda determinada e linda.

Essas são as duas únicas diferenças. Mas, são duas diferenças quase que explosivas no dia de hoje. Um se identifica com fantasias, músicas que a tia doida coloca, ou com um banana. Parece mais um minion quase explodindo todo santo dia. Outra se identifica com músicas expressivas, coisas intelectuais, Metallica, com leitura e é, talvez, uma Florbela em bons dias.

O que quero dizer, é que os dois são tão diferentes, tão distantes em idade, tão distantes de vida, mas tão parecidos quando se trata do carinho imenso que despertam nas pessoas. Quero dizer que eles são parecidos em termos de companheirismo, e sinceridade. Um quando peço um abraço, não é só um abraço, é quase ser esmagada por um urso. Outro já me deu tantos fortes abraços que não consigo contar. Quando um estava fazendo 1 ano de idade, a outra estava sendo minha melhor amiga, em um tempo que hoje parece estar bem aqui, em 2006 ganhei uma ”maninha” por longas datas.

E se eu fosse contar quantas brigas eu tenho com um e não tenho com outro. Com ele, brigo todo dia, berro todo dia, e se nossas brigas fossem no mínimo como ele imagina, ele teria um omnitrix, se transformava em macaco-aranha, e vinha pra cima de mim. Somos minions todo dia, e eu o amo todos os dias porque partilhamos de nossas loucuras.

E com a outra, eu não tenho brigas, não falo todo dia. E sei que tá presente todos os dias no facebook, sei que em outros dias vamos “engordar” por aí. Sei que vamos nos convidar, sei que ela me ama, e isso basta. Eu também te amo.

Por favor, estamos falando de Sagitarianos aqui. São bons, generosos, bem humorados e otimistas (preguiçosos e dorminhocos). Estamos falando do meu sobrinho e da minha cunhada. Estamos falando de Flávia e de João Ricardo, dois seres que são absurdamente importantes na vida de muita gente.

Feliz dia 10 de dezembro.
Eu amo vocês.

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Goodbye little fucking monster.

"Vou ser breve.

Gostaria de dizer que tudo aquilo acabou. Dizer que entrei em mundo de ópio não porque estive com raiva e decadente, mas estive em meio de ópio por estar me divertindo, como se fosse a primeira vez.

Gostaria de dizer que estive bem em saber que estavas se divertindo e sorrindo, e entendi que não era comigo. Dizer que estou levantando e não rastejando.

Gostaria de dizer que acordei com estas palavras na cabeça. Dizer que me sinto grata, dizer que estou aqui, forte pro que der e vier, para ficar do teu lado, só que não mais quebrada, não mais querendo me anestesiar, nem estar longe.

Gostaria que tu soubesses, que apesar de domingo passado ser o mais pesado e o mais real de todos, notei que quebrei tudo o que tinha para ser quebrado, e acabei notando a tua vinda. Tua vinda até mim apesar de tudo. Apesar de eu estar destroçada, ter desejado me afastar, tu segurou minha mão e não me deixou ir, como o autêntico anjo que conheci. Dando-me bom dia todo dia. Falando comigo. Ficando comigo. Como o pilar que me mantém vivo.

Gostaria de dizer, que notar isso tudo foi como recuperar tudo de bom que tinha em mim. Como se eu tivesse voltado a um ano atrás e tivesse te conhecido de novo.
Escutar tua voz sempre é bom. Imaginar estar contigo é feliz sempre.

E a ultima coisa que gostaria que tu soubesses é que sempre vou te amar. Como sempre amei. Independente de tudo.

E não tenho crédito nem para te dar bom dia amanhã de manhã. Mas provavelmente vou estar pensando em ti quando acordar."

sábado, 7 de dezembro de 2013

Insensibilidade, porque você entrou aqui?
A porta não estava aberta.
Você entrou e me abraçou,
Foi legal e eu me acolhi

De repente tua ida parece culpa minha
Tuas frases se foram,
Restaram meras palavras
Você não se importa.

Tua paciência esgotou
Tuas palavras parecem agulhas
E seu “se importar” está distante.

Eu não te amo
Eu não te quero
Eu nunca quis direito isso tudo

Mas eu quis estar aqui,
Te esperando no começo
Sorrindo..

Terminando frustrada,
Escutando música,
Com nem metade de UMA lágrima no olho.

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Querido diário virtual

É engraçado como tudo (quase) sempre termina em tragédia grega. Sim, terminou uma luta infinita contra um tal “anão”mais forte do que qualquer coisa que já enfrentei. Há poucas horas, recebi a noticia de que tudo o que havia para acabar, acabou. E acabou bem assim, arrancando tudo que havia para arrancar de um dolorido e cansado coração em recuperação.

Há poucas horas, eu quis morrer como um solitário rapaz do mal do século. Se morresse não me importaria, por mais egoísta que seja, há noticias que quebram as suas pernas em mais de mil pedaços, e precisamos de um tempo indeterminado para consertá-las. Eu só era um rapaz desolado em posição fetal na cama, depois de pensar que passei por cada fase de tortura psicológica, e sobrevivi. Eu sobrevivi ao último dia e era apenas meia noite do segundo dia de Dezembro.

Em todos os meus casos drogados, sempre fora um romance, vivido do drama, mas era só isso. Esquecido, xingado, odiado no final após três míseros dias. O que eu enfrentei fora um gigante chorão, que deixou-me sem saída e minha espada estava perdida em um beco escuro que era impossível encontrar, então tentei fugir de todos os modos, mas ele me segurou forte e se apossou de mim durante vários dias até que eu parasse de lutar, e eu gostei e me aproveitei sorrindo provando do sangue mais amargo.

Mas eu só quero perder a lucidez, pra não me importar mais, para não esperar mais. Porque só eu, um louco exagerado, posso me salvar das minhas obsessões e pensamentos. Estou embriagado jogado no chão tendo certeza que só agora vai ficar tudo bem, que não vou embora e que não destruirei um pilar, mas sabendo que parte de mim foi arrancada e que isso tudo foi culpa minha.

EU QUIS CHORAR, EU QUIS ME ENTREGAR, EU QUIS AMAR, EU QUIS MORRER, EU QUIS ABRAÇAR O GIGANTE CHORÃO, EU QUIS PERDER PRO PODEROSO ANÃO.

É simples.

"I will never bother you
I will never promise too
I will never follow you
I will never bother you
Never speak a word again
I will crawl away for good"