sábado, 29 de março de 2014

Texto escondido.

O desconfortável
te atinge...
E me proporciona a forca.

Dos teus sorrisos,
Puros, como da primeira vez,
Soltei lágrimas,
De infidelidade ao meu peito.

Estive traindo as estações do ano,
Meu corpo esteve no inverno o tempo todo,
Enquanto o teu ardia nas outras estações,
Ele sorria, longe do meu.

O tempo que prometemos..
Estamos dentro dele, pela primeira vez,
Sem mencionar..

Repito,
Soltei lágrimas,
De infidelidade ao meu peito...
Que do pranto da saudade me tire das tuas mãos,
Porque me dói...
Nunca será culpa tua

A tua mão só acompanhava a minha.

A jornada de palavras ou lágrimas cessou,
Por tuas costas arderão sem pena de mim.
Sem pena de nós...

Eu sei que será assim daqui por diante..
Que ele seja tudo,
Teu sorriso, teu abraço,
Teu beijo, teu amor...
Teu amigo.

Do meu peito, te desejo a felicidade,
Eu sou teu anjo, agora distante,
Vai ser feliz, vai
Continua voando.

domingo, 16 de março de 2014

Éramos três estrelas. Uma amarela, uma vermelha e uma cinza.

A vermelha olha para infinito, em paz. Acho que está sorrindo apaixonada, sorrindo para qualquer coisa. É engraçado olhá-la tão boba, ao mesmo tempo, confortável. A amarela encontra-se bêbada diante das lágrimas escondidas de seu rosto enrugado, é provável que o cheiro venha da maldita fuga da realidade que a cerca.
Eu sou a estrela cinza, a que lembra das palavras finais olhando pela janela. Ao mesmo tempo, invento de enxergar além do céu, vejo os olhos, vejo a lua que tanto fez-me brilhar, faz-me agora piscar e querer sumir, para não brilhar neste céu, o teu céu, porque enquanto busco o nada, o medo é maior de desaparecer no caminho de volta a sanidade.

A estrela vermelha era o infinito, a amarela a perdição e a cinza era de lugar nenhum...

Encontro-me diante da viagem por entre os céus, no momento, não há cansaço, apesar de estar fazendo tudo exatamente igual ao dia anterior.



In your heart, forsaken me.

quinta-feira, 13 de março de 2014

Querido diário virtual

Estou lendo como se não houvesse amanhã. O tempo passa, eu me perco e as vezes volto.
Não entendo direito o que está acontecendo, mas minha vida saiu dos meus olhos, escorreu pelo rosto, e parece estar por cada página, acabo esquecendo o real, o que acalma tudo que estremece.
Já sentiu isso?
É exatamente como estou me sentindo ultimamente.

segunda-feira, 3 de março de 2014

"O que foi escondido é o que se escondeu e o que foi prometido, ninguém prometeu, nem foi tempo perdido.
Somos tão jovens..."


Lembra quando ela me disse que era diferente?
Eu aceitei.