terça-feira, 6 de outubro de 2015

E quando ela foi embora naquele dia, nada em mim incomodava, nem as dores que sentia, nem o coração que ardia, nem o que a noite trazia. Me deitei na cama plena e realizada, eu era a pessoa mais feliz do mundo. Fechei os olhos, de braços abertos como se fosse o último dia, eu sorria.
O que eu exigia era que ela chegasse em casa e dissesse, como disse, que estava realizada e feliz.
Talvez seja um dos sentimentos mais puros que já senti.
Mas tudo desmorona e cai como um simples ato de "balanço".

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