segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

O mais confuso Hoje.

Aquele momento em que tu sentes que, hoje, só hoje, tudo foge das mãos.
Que tudo se encontra mais distante do que deveria estar
Tu estica as mãos e não alcanças
Tu olhas para ela, e ela precisa ir por hoje ...
E tu olhas ela ir por um dia
E assistes a isso sem morrer.

Tenta entender que isso acontece
Isso sempre acontece
E teus atos,
Ah, teus decadentes atos de acordar de madrugada
Tremendo de amor
Tremendo de frio
Com aquela ânsia
Aquela falta que nenhum outro ser humano é capaz de descrever
Aquela dor na boca do estomago, com medo, doída,
Tu tivestes a chance de segurá-la com carinho
deixou-a escapar pelos dedos,
é exatamente isso o que acontece de madrugada...

Por favor, não force nada,
Não se desespere
Não chore
Não grite
Não tenha medo,
Aceite. Tem que aceitar
Que por mais clichê que isso seja,
O que tem de ficar, vai ficar, e vai ficar ali sempre.
Basta abrir os olhos.

Tu, Tu, Tu, Tu, Ela, ela, mas.. Ela...

Controle-se, abra um livro, esqueça de pensar, lembre-se de viver, viva outra vida, entre em outro mundo, esqueça o seu mundo por uma hora, fuja, abrace a imaginação, beije o vulgar, sinta-se leve, feche o livro, passou-se 3 horas, não esqueça de respirar, feche os olhos, recolha o seu mundo, junte-se ao meu mundo, chegue perto, estique a mão, lembre-se dela, estique só mais um pouco, abra os olhos... Vê? Ela nunca foi embora... Você foi e esqueceu de como voltar.

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