Enquanto o universo psicológico deles estimula a necessidade de mudar, eu continuo bem aqui, parado em lugar nenhum, esperando não sei o que, sem nada a procurar, sem dar nenhum passo.
Sem mudar mesmo transparecendo uma necessidade que nem sei se existe.
Por que mudar?
Cabe a mim lembrar que continuo sem saber o porque, mesmo tendo em mente todos os dias,"porques" diferentes.. E quando me dou conta, o porque some, e não volta. Se volta, vem de uma maneira desconfortável, confortável, negável, quase nunca confiável, perdido e quase sempre enfurecido.
Os "porques" estão pelos ares antes de dormir e antes de acordar, e nem foram, nem são e não serão em formas de "panquecas fantasmas".
Só cabe a alma aguardar a resposta da certeza dos "porques".

Mas quem foi que disse que eu quero ter certeza de alguma coisa?


Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Querido diário virtual

Notória lembrança

Carta jogada ao vento