segunda-feira, 22 de julho de 2013

Na porta da nova cidade
Um coração quase aflito
Ansiedade para sentir a esperança
Que se um dia veio,
Fez do dia, único.

Radiante pelo adeus do luar
Ao som do "tic tac" das quatro
Do domingo, honroso
Depois  da infernal eternidade de alguns meses.

Penso que é importante manter o pilar forte
Mesmo com pequenos tropeços de alma e sensibilidade
É importante, cuidar.

E quem diria que o coitado do Domingo,
Se honraria ao momento do esperar de luz
Mas que fique claro aos céus..
A felicidade não é plena.

E o Tic tac do relógio voa
O céu clareia aos poucos
A imagem do céu mergulhado ao silêncio
Lembra do sorriso espontâneo,
Sorriso que hoje está aqui.

Encontro-me na porta das lágrimas que secam
Estou abraçado ao céu das 6 horas
O qual lembra-me sempre
Que o abismo que insisto em mergulhar
é momentâneo e passageiro.
E esta, sempre foi a esperança que ele me trouxe.
Dele, por fim, tiro a força de mantê-lo como sempre foi...
Vivo.

O domingo honroso teve fim exatamente às 15h, caiu, chorou, morreu aí. Levou a alma para o abismo, chegou a raiva, e o sorriso fora embora. Finalmente, o Domingo dormiu, acordou insensível, voltou a dormir, quando acordou, lembrou do céu das 6, e o abraçou. E assim ele continuou a seguir até a nova madrugada que vinha.

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