sexta-feira, 8 de julho de 2011

I Can't


"Ele sentado na cama olhando para o nada, esperando a hora final chegar, vendo a manhã nascer, era o dia de sua decadência.
Por quanto tempo mais esperar, se isso ficará por toda a vida e este sentimento agonizante estará em sua mente depois de anos. Ele sorri, ele finge, só quer algumas doses para amenizar toda aquela dor, todo aquele amor, e por meio de raiva e impulsos consiga expulsar o ser apaixonado do seu peito, aquele coração doido que jamais deixa de amar até a ultima gota de sangue cair. É um suicídio!
E ele para de sussurrar os gritos, está silenciosamente magoado e sempre foi assim. Ele precisava de você para sobreviver, então por que não ficou? Por que não voltou pra casa, ao invés de gritar que sente muito?
Não vai adiantar perdão, continuará rastejando. Mas a conclusão de tudo? A verdade é que ele te observa de longe, e nunca te deixou, você é simplesmente a imagem que lembrou a felicidade ao matá-lo, você é simplesmente você, a alma que lembrou a escuridão e a luz, a alegria e a tristeza de mãos dadas, mas isso nunca importou. O que realmente importou até hoje foi um sonho..."

E tudo que vem, não passa de uma obsessão tão doida de querer lembrar de todos aqueles sentimentos que me submetiam ao surto, ao declínio, que me levavam a dor. Ora, ora, eu estou lá, no meu quase lar, o passado. Eu admito o sonho que guardei comigo e que nunca mais escondi: ao te ver sorrir, eu viveria. Mas a tua imagem está tão longe do real...

"Eu preciso de você para sobreviver. Então, fica comigo. Tu olhas nos meus olhos e eu estou gritando por dentro que sinto muito..."

Forgive me, i can't forgive you...

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