sábado, 13 de novembro de 2010

No momento

Tuas palavras, teus sentimentos, teus olhos não fazem mais sentido,
Que irônia, meu amor,
Agora estou rindo dos teus versos intensos e cheios de carinho.
Agora vejo tuas palavras como mentiras, o que posso fazer?
Esquecestes tão rápido o que sentias, que me faz ter humor,
Tua necessidade insana sempre olhando para trás.
Teu hábito nunca te fez feliz.

Agora, que irônia meu amor,
Estou rindo, pois tua necessidade insana se foi por muito pouco,
Estou rindo pois teu amor foi visto como algo tão grandioso, que acabou em dias,
há como não ri das tuas palavras?

Agora me olhe nos olhos e diga com todas as palavras, que eu te direi o mesmo.
E não mais riremos...
"Um hábito nunca foi uma necessidade."

convenhamos, que nos amamos, sorrimos, mas algo tão grandioso e tão lindo acabara como algo cego e fraco.

Eu ainda sorrio por que comigo o amor existe.
Mas que desgraça, que se tornou amar sozinho.
Mas, eu grito...
Um hábito, foi sim uma necessidade.
E não deixara de ser pois não me permitir olhar sequer o fim.

Um comentário:

  1. "Um hábito nunca foi uma necessidade."

    Talvez essa seja uma boa notícia. De qualquer forma, não preciso dizer que sou sua fã, né, Paula?! ^^

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