quarta-feira, 20 de maio de 2009

Invisivel


Se vista como nós fazemos. Fale como nós fazemos. Pense como nós fazemos. Obedeça
Abaixo do sol frio. Vendo você ir embora. Onde meu terror corre em rios tão decadentes.
Eu sou invisível. Eu estou assim por dias. Dentes em toda a parede. Que nunca vão embora...

Eu sou feita de lâminas e chamas. Eu sou doente e perigosa. Você é minha reza favorita
Por que eu machuco quando eu amo...

Você consegue ver? Eu sou invisível

Abaixo da lua pagã. Mais uma oração morre hoje. Na lâmina de carne e condenação. Calafrios nas chamas infinitas. Como criminosos. A mancha ainda permanece. E eu prometo pra você... Aquilo nunca irá embora.

Contemplo... Prazer em seus olhos... Que os equipamentos explodem...
Você consegue me ver agora?
O feio aceitará. Quando o sangue jovem. Devorar a luz. E um dia, essa dor poderá salvar sua vida.

Vivendo no abrigo. Mentindo aqui vivo. Nós estamos pintando submissão. Através da sombra do céu.
Fogo ao lado. Queimando e brilhando. Perdido no vôo. Em asas douradas derretidas.
Agora você vê?

Você é tão adorável quando chora. Você é tão perfeita quando mente. Você pode ser meu crucifixo... Mantenha-me até me ver morrer...

“Mamãe não chore... Por acreditar nas mentiras dele, não é sua culpa. Ele nos fazia pagar por nossos pecados, então você nos protegeu. E nos salvou...
Eu faço esse juramento, eu te prometo agora...
Ele nunca tocará em nós de novo”

(Otep-Invisible)

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