sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Depois de tantas alegrias, vem a vagarosa tristeza..


Tudo o que queria era apenas sobreviver desta dor sem fim.
Dessa dor que não o deixa que já faz parte de sua vida ingênua.
Por que viver sem sonhos e sem descobertas ..
Não é vida...ele era apenas um vulto andando pelas entranhas de um caminho escuro.

Sombrios e misteriosos olhos, jorravam lagrimas de pura dor.
Expressão de angustia ali sentida. Sem sorrisos.
Via-se no espelho, sentia vergonha, um reflexo pairava ali. Uma incerteza.
Que nada vivia...

O passado o condenava, o amaldiçoava.
Via-se o sangue escorrendo pela pele branca e pálida.
Que não via sol a tanto tempo.
Saboreava sua escuridão eterna.

Quem era aquele que vagava?
Nunca tinha respostas, não sabia o que era.
O próprio sofrimento o purificava
Se flagelava.

O tempo não passara, pois vivia sua rotina intensa.
A alma perdida.
A lua chorava e o céu combinava com seu sangue amargo escorrido.

Sem direção vagava,
Sem dó se flagelava,
sem fim e sem luz..
E continuava a vagar nas sombras das trevas.
(...)

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